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terça-feira, 3 de julho de 2012
Microsoft explica por que abandonou o botão Iniciar no Windows 8
Um dos elementos mais icônicos do Windows vai sumir no Windows 8: o botão “Iniciar”, introduzido em 1995. Será que os usuários vão assimilar a mudança e usar o sistema sem problemas? A Microsoft acredita que sim.
A companhia explicou ao PC Pro que seus executivos perceberam que a maior parte dos usuários do sistema já abandonou o famigerado recurso. Isso porque o costume de fixar os programas mais usados na barra de tarefas ou simplesmente usar atalhos de teclado para acessá-los tornaram-se práticas muito mais corriqueiras.
“Vemos as pessoas fixando [os atalhos] como loucas. E então vimos que o uso do menu Iniciar caiu dramaticamente, o que nos deu uma opção”, explica Chaitanya Sareen, gerente de programas na Microsoft.
Esse aspecto diz respeito ao visual clássico do Windows, que continuará uma opção na nova versão do sistema. Mesmo assim, Sareen ainda fez questão de desmistificar a ideia de que a nova interface Metro é mais adequada para dispositivos sensíveis ao toque. Ele garante que a interface “funciona realmente muito bem com mouse e teclado” e cita como exemplo a possibilidade de procurar por um software apenas digitando seu nome na tela inicial.
A companhia explicou ao PC Pro que seus executivos perceberam que a maior parte dos usuários do sistema já abandonou o famigerado recurso. Isso porque o costume de fixar os programas mais usados na barra de tarefas ou simplesmente usar atalhos de teclado para acessá-los tornaram-se práticas muito mais corriqueiras.
“Vemos as pessoas fixando [os atalhos] como loucas. E então vimos que o uso do menu Iniciar caiu dramaticamente, o que nos deu uma opção”, explica Chaitanya Sareen, gerente de programas na Microsoft.
Esse aspecto diz respeito ao visual clássico do Windows, que continuará uma opção na nova versão do sistema. Mesmo assim, Sareen ainda fez questão de desmistificar a ideia de que a nova interface Metro é mais adequada para dispositivos sensíveis ao toque. Ele garante que a interface “funciona realmente muito bem com mouse e teclado” e cita como exemplo a possibilidade de procurar por um software apenas digitando seu nome na tela inicial.
Windows Phone pode ganhar teclado curvo para digitação com um só dedo
A Microsoft está desenvolvendo um teclado virtual sob medida para quem precisa digitar com apenas uma das mãos no smartphone. O site WMPoweruser conseguiu uma imagem do recurso, vazada de uma apresentação da Microsoft Research.
O teclado é posicionado na tela com uma inclinação pensada para adaptar-se ao posicionamento do polegar quando a pessoa usa apenas uma mão para digitar. Assim como os “feature phones” que têm apenas o teclado numérico, as teclas concentram mais de uma letra, mas o sistema é capaz de entender o que o usuário está digitando e sugerir a palavra certa.
Conforme o site, já que o recurso foi demonstrado em um HTC Trophy, é possível que a novidade não chegue apenas para o Windows Phone 8, mas também para a versão 7.8, que será disponibilizada para os aparelhos que já estão no mercado.
Fonte adrenaline
O teclado é posicionado na tela com uma inclinação pensada para adaptar-se ao posicionamento do polegar quando a pessoa usa apenas uma mão para digitar. Assim como os “feature phones” que têm apenas o teclado numérico, as teclas concentram mais de uma letra, mas o sistema é capaz de entender o que o usuário está digitando e sugerir a palavra certa.
Conforme o site, já que o recurso foi demonstrado em um HTC Trophy, é possível que a novidade não chegue apenas para o Windows Phone 8, mas também para a versão 7.8, que será disponibilizada para os aparelhos que já estão no mercado.
Fonte adrenaline
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Nova bateria poderá ser recarregada em 2 minutos e meio
Nanotecnologia atualiza bateria de níquel-ferro, criada pelo inventor americano Thomas Edison no inicio do século XX.
A nova bateria pode ser recarregada em apenas dois minutos e meio graças à inovação na área de nanotecnologia. (iStockphoto)
Uma equipe da Universidade Stanford trabalha na atualização da velha bateria de níquel-ferro criada no início do século XX pelo inventor americano Thomas Edison. A ideia é produzir uma nova bateria que pode ser recarregada em apenas dois minutos e meio e servir à indústria automobilística. O estudo foi publicado no periódico Nature Communications.
Os pesquisadores mantiveram a mesma base de níquel e ferro, mas acrescentaram nanotubos de carbono e grafeno, material formado por um plano de carbono de apenas um átomo de espessura. "Isso permite que as cargas elétricas se desloquem rapidamente entre os eletrodos e no circuito exterior. O resultado é uma versão ultrarrápida da bateria de níquel-ferro", explicou o químico Hongjie Dai, chefe da pesquisa.
Até o momento, o laboratório de Dai fabricou apenas um pequeno protótipo capaz de alimentar uma lanterna. Contudo, o aparato tem uma densidade energética mil vezes superior à versão de Edison.
"É provável que nossa bateria não seja capaz de impulsionar um automóvel elétrico, porque sua densidade energética ainda não é a ideal. Mas poderia ser um apoio para as baterias existentes em carros elétricos, dando a elas uma potência a mais na aceleração", aponta Hailiang Wang, coautor do estudo.
Saiba mais:
BATERIA NÍQUEL-FERRO
Em 1902, o inventor americano Thomas Edison e seu sócio, Waldemar Jungner, fabricaram a bateria de níquel-ferro com dois eletrodos, um de níquel e outro de ferro, mergulhados em uma solução alcalina. A principal vantagem era que os materiais básicos eram relativamente abundantes e baratos e a solução era inofensiva em comparação com as baterias à base de chumbo e ácido. Essas baterias foram comercializadas para automóveis até os anos 1920. Mais tarde, foram substituídas porque não conseguiam competir com os motores de gasolina. Ainda assim, continuaram sendo usadas como fonte energética para abastecer ferrovias e minas até os anos 1970. Atualmente, apenas algumas poucas empresas ainda fabricam esse tipo de bateria, principalmente para armazenar excedentes de eletricidade gerados por energia solar e eólica.
A nova bateria pode ser recarregada em apenas dois minutos e meio graças à inovação na área de nanotecnologia. (iStockphoto)
Uma equipe da Universidade Stanford trabalha na atualização da velha bateria de níquel-ferro criada no início do século XX pelo inventor americano Thomas Edison. A ideia é produzir uma nova bateria que pode ser recarregada em apenas dois minutos e meio e servir à indústria automobilística. O estudo foi publicado no periódico Nature Communications.
Os pesquisadores mantiveram a mesma base de níquel e ferro, mas acrescentaram nanotubos de carbono e grafeno, material formado por um plano de carbono de apenas um átomo de espessura. "Isso permite que as cargas elétricas se desloquem rapidamente entre os eletrodos e no circuito exterior. O resultado é uma versão ultrarrápida da bateria de níquel-ferro", explicou o químico Hongjie Dai, chefe da pesquisa.
Até o momento, o laboratório de Dai fabricou apenas um pequeno protótipo capaz de alimentar uma lanterna. Contudo, o aparato tem uma densidade energética mil vezes superior à versão de Edison.
"É provável que nossa bateria não seja capaz de impulsionar um automóvel elétrico, porque sua densidade energética ainda não é a ideal. Mas poderia ser um apoio para as baterias existentes em carros elétricos, dando a elas uma potência a mais na aceleração", aponta Hailiang Wang, coautor do estudo.
Saiba mais:
BATERIA NÍQUEL-FERRO
Em 1902, o inventor americano Thomas Edison e seu sócio, Waldemar Jungner, fabricaram a bateria de níquel-ferro com dois eletrodos, um de níquel e outro de ferro, mergulhados em uma solução alcalina. A principal vantagem era que os materiais básicos eram relativamente abundantes e baratos e a solução era inofensiva em comparação com as baterias à base de chumbo e ácido. Essas baterias foram comercializadas para automóveis até os anos 1920. Mais tarde, foram substituídas porque não conseguiam competir com os motores de gasolina. Ainda assim, continuaram sendo usadas como fonte energética para abastecer ferrovias e minas até os anos 1970. Atualmente, apenas algumas poucas empresas ainda fabricam esse tipo de bateria, principalmente para armazenar excedentes de eletricidade gerados por energia solar e eólica.
Video cast BF3 Close Quarters
Galera esse video é uma serie de comentarios feito pelo canal Chacalnomade muito bacana.
È uma DLC para o BF3 quem curte vai gosta vlw.
Galera quentinho ai um game play de BF3
Pessoal mais um gameplay do nosso canal parceiro ai confiram e comentem.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Agora é a vez da Microsoft mudar o mundo
A Apple bem que começou, mas quem vai mudar a forma como as pessoas interagem com a tecnologia é a Microsoft. Claro, depois do anúncio do primeiro iPad,
já podemos ver várias pessoas que passam uma boa parte do seu tempo com
tablets. Mas não dá para dizer ainda que é, digamos, uma cultura de
massa.
Uma das grandes reclamações após Steve Jobs revelar o iPad ao mundo foi quanto ao sistema operacional. “É uma plataforma de telefone!”, diziam. “Só compro se vier com Mac OS X”, entre outras divagações de um mundo que ainda não tinha aprendido exatamente o que fazer com um tablet. Marketeira que só ela, a Apple conseguiu, mesmo assim, tornar o iPad um “must-have”, símbolo de status e voltou todas as atenções da mídia – e do público em geral, principalmente o mais leigo – para si.
E a Microsoft, nada. Nem parecia mais aquela empresa dos tempos de Bill Gates, que atacava e contra-atacava a Apple em uma divertida “guerra” que só trouxe benefícios a nós, usuários. Dois anos depois, a gigante de Redmond mostra que ficou observando muito bem esse tempo todo, e revelou ao mundo o seu próprio tablet, o Surface.
E, agora, tudo indica que a Microsoft vai terminar o trabalho que a Apple começou. E mostra que está no mesmo patamar, recriando aquela rivalidade que ficou tão famosa nos anos 90. O Surface é uma simbiose entre o desktop e o smartphone: usa o mesmo sistema operacional do PC, o Windows 8 que, por sua vez, compartilha seu núcleo com a plataforma do telefone, o Windows Phone 8. Softwares de um vão funcionar no outro. E a experiência de uso será a mesma. De fato, o Surface tem tudo para ser um tablet bem mais democrático.
O Windows tem uma base de 1,3 bilhão de pessoas no mundo todo, como afirmou Joe Beltiore, vice-presidente da divisão Windows Phone, durante a conferência de apresentação do Windows Phone 8 na semana passada. Quase 1/7 da população do planeta conhece o Windows, sabe usá-lo e naturalmente vai continuar usando. O sistema da Microsoft tem 93% de participação no mercado.
Não seria muito natural pra essas pessoas, formadas, em sua maioria, por usuários “casuais”, migrar para uma versão mais recente da plataforma que já conhecem? Na hora de adquirir um tablet, então, é bem provável que optem pelo aparelho da própria Microsoft. Especialmente para quem quer muita produtividade – ei, Office, estamos falando de você!
Para completar, a Microsoft deixou de ser careta e apresentou um tablet muito bonito. A capinha magnética que também serve de teclado é uma idéia fantástica para transformar em uma tremenda ferramenta de produtividade o que era, até então, conhecido como um brinquedinho de luxo.
Minha visão é muito otimista, mas reconheço que ainda existem sérias questões a resolver. Para fechar a minha coluna desta semana, destaco duas: a primeira é a autonomia, preocupação relacionada especialmente à versão do tablet equipada com um processador Intel Core i5, uma escolha bastante inusitada para um aparelho desse tipo. Mas a principal questão que pode enterrar de vez tudo o que falei aqui, ainda está longe de ser resolvida: o preço. A Microsoft ainda não falou quanto o Surface vai custar.
O preço de licenciamento do Windows 8 RT, a versão para tablets ARM, fica entre US$80 e US$90 para outros fabricantes. Isso significa que esses aparelhos terão um precinho mais salgado do que o da própria Microsoft, que não precisa arcar com esse custo.
Mesmo assim, os últimos rumores não são muito promissores: o modelo do Surface com Windows 8 Pro, baseado em processador Intel, deve custar US$799, simplesmente US$300 a mais que um novo iPad de entrada. Se a Microsoft quiser mesmo fazer uma nova revolução na informática, como a que conseguiu com a popularização dos computadores pessoais e o Windows 95 há décadas, vai ter mesmo que repensar esses valores.
Uma das grandes reclamações após Steve Jobs revelar o iPad ao mundo foi quanto ao sistema operacional. “É uma plataforma de telefone!”, diziam. “Só compro se vier com Mac OS X”, entre outras divagações de um mundo que ainda não tinha aprendido exatamente o que fazer com um tablet. Marketeira que só ela, a Apple conseguiu, mesmo assim, tornar o iPad um “must-have”, símbolo de status e voltou todas as atenções da mídia – e do público em geral, principalmente o mais leigo – para si.
E a Microsoft, nada. Nem parecia mais aquela empresa dos tempos de Bill Gates, que atacava e contra-atacava a Apple em uma divertida “guerra” que só trouxe benefícios a nós, usuários. Dois anos depois, a gigante de Redmond mostra que ficou observando muito bem esse tempo todo, e revelou ao mundo o seu próprio tablet, o Surface.
E, agora, tudo indica que a Microsoft vai terminar o trabalho que a Apple começou. E mostra que está no mesmo patamar, recriando aquela rivalidade que ficou tão famosa nos anos 90. O Surface é uma simbiose entre o desktop e o smartphone: usa o mesmo sistema operacional do PC, o Windows 8 que, por sua vez, compartilha seu núcleo com a plataforma do telefone, o Windows Phone 8. Softwares de um vão funcionar no outro. E a experiência de uso será a mesma. De fato, o Surface tem tudo para ser um tablet bem mais democrático.
O Windows tem uma base de 1,3 bilhão de pessoas no mundo todo, como afirmou Joe Beltiore, vice-presidente da divisão Windows Phone, durante a conferência de apresentação do Windows Phone 8 na semana passada. Quase 1/7 da população do planeta conhece o Windows, sabe usá-lo e naturalmente vai continuar usando. O sistema da Microsoft tem 93% de participação no mercado.
Não seria muito natural pra essas pessoas, formadas, em sua maioria, por usuários “casuais”, migrar para uma versão mais recente da plataforma que já conhecem? Na hora de adquirir um tablet, então, é bem provável que optem pelo aparelho da própria Microsoft. Especialmente para quem quer muita produtividade – ei, Office, estamos falando de você!
Para completar, a Microsoft deixou de ser careta e apresentou um tablet muito bonito. A capinha magnética que também serve de teclado é uma idéia fantástica para transformar em uma tremenda ferramenta de produtividade o que era, até então, conhecido como um brinquedinho de luxo.
Minha visão é muito otimista, mas reconheço que ainda existem sérias questões a resolver. Para fechar a minha coluna desta semana, destaco duas: a primeira é a autonomia, preocupação relacionada especialmente à versão do tablet equipada com um processador Intel Core i5, uma escolha bastante inusitada para um aparelho desse tipo. Mas a principal questão que pode enterrar de vez tudo o que falei aqui, ainda está longe de ser resolvida: o preço. A Microsoft ainda não falou quanto o Surface vai custar.
O preço de licenciamento do Windows 8 RT, a versão para tablets ARM, fica entre US$80 e US$90 para outros fabricantes. Isso significa que esses aparelhos terão um precinho mais salgado do que o da própria Microsoft, que não precisa arcar com esse custo.
Mesmo assim, os últimos rumores não são muito promissores: o modelo do Surface com Windows 8 Pro, baseado em processador Intel, deve custar US$799, simplesmente US$300 a mais que um novo iPad de entrada. Se a Microsoft quiser mesmo fazer uma nova revolução na informática, como a que conseguiu com a popularização dos computadores pessoais e o Windows 95 há décadas, vai ter mesmo que repensar esses valores.
Aplicativo da Lego no Chrome deixa você construir na Austrália
Lendária fabricante de brinquedos desmontáveis, a Lego aliou-se ao time
do Google Chrome para criar um aplicativo para o browser que permite
construir casas, animais, figuras, letreiros e basicamente tudo que sua
imaginação e as peças disponíveis conseguirem - o Lego Build.
Clicando em um dos quadrados espalhados pelo terreno, você já pode começar a empilhar as peças imediatamente. Nós do Adrenaline escolhemos um lote na ilha da Tasmânia, de frente para o lago, que você pode conferir dentro do mapa aqui. Quando terminar sua construção, clique em publicar e compartilhe pelo Google+ ou através do link que vai aparecer na caixa.
O aplicativo foi feito em comemoração aos 50 anos de vendas da Lego na Austrália. De acordo com a versão australiana do jornal Daily Telegraph, uma versão global do Google Build deve estar disponível ainda neste ano. Se você ainda não foi correndo construir no mapa nem cansou de se divertir, assista ao vídeo abaixo:
Fonte:Adrenaline
Clicando em um dos quadrados espalhados pelo terreno, você já pode começar a empilhar as peças imediatamente. Nós do Adrenaline escolhemos um lote na ilha da Tasmânia, de frente para o lago, que você pode conferir dentro do mapa aqui. Quando terminar sua construção, clique em publicar e compartilhe pelo Google+ ou através do link que vai aparecer na caixa.
O aplicativo foi feito em comemoração aos 50 anos de vendas da Lego na Austrália. De acordo com a versão australiana do jornal Daily Telegraph, uma versão global do Google Build deve estar disponível ainda neste ano. Se você ainda não foi correndo construir no mapa nem cansou de se divertir, assista ao vídeo abaixo:
Sandia exibe protótipo de cooler com dissipador de calor "flutuante" e que gira a 2000 RPM
Um protótipo de um novo tipo de cooler está sendo desenvolvido pelo
Sandia National Laboratories, que teoricamente é cerca de 30% mais
eficiente em transferência de calor, menor e mais quieto que os modelos
tradicionais. Nomeado de Sandia Cooler, teve a licença negociada com
duas companhias (uma de LEDs e outra de refrigeração para computadores) e
é constituído de três partes simples: um disco fixo que serve como base
e é a área de contato com o CPU, uma sequência de fins curvados giratórios que se assemelha a um impulsor e um pequeno motor localizado ao centro.
O cooler utiliza um princípio de “rolamento hidrodinâmico”, de forma que a parte giratória, que chega a mais de duas mil rotações por minuto, fica separada da base por uma fina camada de ar. Esta camada facilita a transferência de calor da parte debaixo para os fins giratórios, o que deve gerar muitas dúvidas em um mercado acostumado a materiais de interface termal e contato entre metais.
O ar frio é atraído ao meio do impulsor enquanto ar quente é expelido pelos fins. No vídeo, eles demonstram que este processo pode ser muito silencioso, apesar da rotação elevada - o barulho na primeira metade é causado pelo motor experimental usado, que não estava coberto.
O cooler utiliza um princípio de “rolamento hidrodinâmico”, de forma que a parte giratória, que chega a mais de duas mil rotações por minuto, fica separada da base por uma fina camada de ar. Esta camada facilita a transferência de calor da parte debaixo para os fins giratórios, o que deve gerar muitas dúvidas em um mercado acostumado a materiais de interface termal e contato entre metais.
O ar frio é atraído ao meio do impulsor enquanto ar quente é expelido pelos fins. No vídeo, eles demonstram que este processo pode ser muito silencioso, apesar da rotação elevada - o barulho na primeira metade é causado pelo motor experimental usado, que não estava coberto.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Sony lança Set-Box com novo Google TV em julho, por US$ 199
A Sony anunciou a data de lançamento e preço do NSZ-GS7, "internet player" anunciado na CES 2012 que opera com a Google TV.
Entre os destaques do aparelho estão a compatibilidade com diversos
serviços por streaming, o funcionamento através de uma conexão wireless e
a capacidade de utilizar um smartphone como controle remoto para o
aparelho. O set-box entra em pré-venda no dia 22 de julho, por US$ 199, e
a empresa deve iniciar o envio dos produtos em setembro.
O NSZ-GS7 é um media player com enfoque nos serviços por streaming, como o YouTube e o NetFlix,
com capacidade de realizar outras funções online como navegar em sites.
O aparelho acompanha um controle com touchpad e um teclado QWERTY na
parte traseira, para facilitar a navegação. O teclado é retroiluminado, e
só opera quando o acelerômetro detecta que as teclas estão para o lado
de cima, evitando que a pessoa ative funções acidentalmente quando está
usando o outro lado do controle.
Como faz parte dos aparelhos compatíveis com o
Google TV, o internet player é capaz de acessar o Google Play e baixar
novos aplicativos, em uma experiência próxima ao dos smartphones, onde o
usuário pode customizar sua experiência com o aparelho através de novos
apps. O set-box pode ser controlado através de um smartphone Android ou
iOS, e em smartphones Android 2.3 ou superior, ações como busca por voz
podem ser feitas com os resultados sendo exibidos no televisor.
Depois de um começo não muito animador,
a Google fez uma revisão no sistema e está lançando uma nova geração da
Google TV, anunciada em janeiro na CES, que tem entre as principais
mudanças a compatibilidade com o Google Play (ex-Android Market),
indispensável para uma boa experiência com aplicativos nos televisores. O
NSZ-GS7 é o primeiro aparelho compatível com esta nova versão, e a
própria Google vem dando destaque ao media player em seu site oficial.
A empresa também exibiu um media player equipado
com Blu-ray e o sistema Google TV, porém ainda não anunciou o preço e a
disponibilidade deste aparelho. Mais informações sobre o NSZ-GS7 podem
ser encontradas em seu site oficial.
UPDATE: O
aparelho chegará também ao Brasil, no final do ano, batizado de Internet
Player Sony. Conforme a empresa, Brasil e México serão os primeiros
países
da América Latina que vão receber produtos Google TV. O preço e a data
oficial de lançamento ainda não foram revelados.
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